Início
Institucional
Mesa Diretora
Bancadas Parlamentares
Blocos Parlamentares
Comissões
Frentes
Parlamentares
Audiências Públicas
Documentos Administrativos
Pesquisar Documentos Administrativos
Atividade Legislativa
Matérias Legislativas
Pautas das Sessões
Relatórios
Sessões Plenárias
Normas Jurídicas
Pesquisar Normas Jurídicas
Câmara Municipal de Francisco Beltrão
Sistema de Apoio ao Processo Legislativo
Abertura
Dados Básicos
Mesa
Presença
Ausência
Explicações Pessoais
Ocorrências da Sessão
Considerações Finais
Retirada de Pauta
Expedientes
Correspondências
Expediente Diversos
Matérias do Expediente
Oradores do Expediente
Ordem do Dia
Matérias da Ordem do Dia
Presença na Ordem do Dia
Oradores da Ordem do Dia
Resumo
Resumo
Expediente Diversos
(23ª Ordinária da 2ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura)
01. ABERTURA DA SESSÃO
<p>Nº 4317 - Aos dezenove dias de maio de dois mil e vinte e seis, às vereadoras e os vereadores, reuniram-se no Plenário da Câmara Municipal de Francisco Beltrão - PR, sob a Presidência da vereadora Aline.</p>
02. LEITURA DE UM TRECHO BÍBLICO
<p>A senhora Presidente solicitou ao vereador Julio para proceder a leitura.</p>
03. LEITURA E VOTAÇÃO DA ATA DA SESSÃO ANTERIOR
<p>Em discussão a Ata nº 4316 da 22ª Sessão Ordinária de 2026, não houve manifestações e em votação foi aprovada por unanimidade.</p>
04. CORRESPONDÊNCIAS RECEBIDAS E EXPEDIDAS
<p><strong>PROJETO DE RESOLUÇÃO DO PODER LEGISLATIVO Nº 01/2026: </strong>Dispõe sobre a estrutura organizacional e o organograma funcional da Câmara Municipal de Francisco Beltrão, define as competências das unidades administrativas e dá outras providências.</p> <p><strong>PROJETO DE LEI DO PODER LEGISLATIVO Nº 26/2026: </strong>Cria e altera dispositivos na Lei Municipal nº. 5.324/2026, que institui a gratificação especial de atividade e funções gratificadas de chefia no âmbito da Câmara Municipal de Vereadores de Francisco Beltrão e dá outras providências.</p> <p><strong>MOÇÃO DE APLAUSOS Nº23/2026: </strong>Moção de Aplauso em homenagem ao Pastor Bill Robson e sua esposa, Poliana, pela honrosa conquista da Ordenação Pastoral Internacional concedida pela CEFENAI (Christian Education Fellowship Network International), instituição sediada em Dallas, Texas – Estados Unidos da América.</p> <p><strong>REQUERIMENTOS Nº179 AO 186/2026.</strong></p> <p><strong>INDICAÇÕES Nº201 A 210/2026.</strong></p>
05. GRANDE EXPEDIENTE
<p>Não houve manifestação de vereadores no Grande Expediente.</p>
06. ORDEM DO DIA
<p><strong>- Segundo Turno de Discussão e Votação dos Projetos de Lei nº 15 e 18/26 do Poder Executivo; </strong></p> <p><strong>- Único Turno de Discussão e Votação do Projeto de Decreto Legislativo nº 01/2026.</strong></p> <p><strong>- Requerimentos nº 167 a 178/2026.</strong></p> <p><strong>- Indicações nº 192 a 200/2026.</strong></p>
07. EXPLICAÇÕES PESSOAIS
<p>Não houve manifestação de vereadores nas explicações pessoais.</p>
08. PARTICIPAÇÃO DE CONVIDADOS
<p>Não houve participação de convidados na presente Sessão.</p>
09. TRIBUNA LIVRE
<p>Transcrição da fala do Sr. Willian Lucini Malacarne e da Sra. Rosely Guedes Dalzotto, representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública de Francisco Beltrão O <strong>Sr. Willian Lucini Malacarne</strong> iniciou sua fala cumprimentando os vereadores, professores e demais presentes, destacando a satisfação em participar da sessão para esclarecer de forma objetiva a situação envolvendo os precatórios dos professores do município. Explicou que o sindicato passou a atuar na questão em 2012, quando um grupo expressivo de professores procurou a entidade após não conseguir se aposentar com o chamado contraturno ou JT, tecnicamente denominado regime suplementar. Relatou que, à época, a jurisprudência não reconhecia o direito à aposentadoria com a inclusão dessas horas suplementares, por serem consideradas verbas transitórias. Diante disso, o sindicato buscou uma alternativa judicial, ingressando com a chamada “ação da JT”, que acabou sendo vitoriosa. Segundo ele, mais de 300 professores foram contemplados, reduzindo uma injustiça histórica sofrida pela categoria. O advogado ressaltou que os valores devidos são decorrentes de condenações judiciais legítimas e que, ao longo do processo, muitos professores demonstravam receio de novamente não receberem aquilo que lhes era devido. Destacou que, durante muitos anos, o sistema constitucional de pagamento de precatórios permaneceu inalterado, até que, em setembro, surgiu a Emenda Constitucional nº 136, criando a possibilidade de parcelamento do pagamento pelos municípios. Explicou que a emenda não obrigou os municípios a limitarem os pagamentos a 1% da receita corrente líquida, mas apenas concedeu essa possibilidade, transferindo a decisão para cada administração municipal. Citou exemplos de municípios que optaram por manter pagamentos integrais, como Realeza, Marmeleiro e Cascavel, enquanto outros, como Pato Branco, estabeleceram planos de pagamento mais robustos. Em contrapartida, afirmou que Francisco Beltrão pagou apenas cerca de R$ 5 milhões de uma dívida aproximada de R$ 56 milhões, o que considera insuficiente diante da atualização monetária e dos juros incidentes. Willian alertou que a dívida praticamente não diminui com pagamentos tão baixos, tornando preocupante a situação dos atuais e futuros credores. Informou que o sindicato representa 314 professores, mas há atualmente 638 precatórios incluídos em 2025 e mais de 830 novos precatórios em andamento. Demonstrou preocupação com a idade avançada de muitos beneficiários, relatando que dez professores já faleceram sem receber os valores, os quais serão pagos às famílias. O representante do sindicato afirmou que o objetivo não era apontar culpados ou politizar o debate, mas buscar soluções conjuntas com o Legislativo e o Executivo. Sugeriu que o município adotasse um plano semelhante ao de Pato Branco, ampliando os valores anuais destinados aos pagamentos, e destacou que os credores já possuem conhecimento técnico suficiente para compreender as justificativas apresentadas pela administração. Na sequência, a professora <strong>Rosely Guedes Dalzotto</strong> fez uso da palavra e relatou a angústia dos professores que aguardam o recebimento dos precatórios após décadas de trabalho. Ressaltou que os servidores não tiveram culpa pelo não recolhimento correto das contribuições previdenciárias ao PREVBEL e relembrou que muitos professores buscaram alternativas junto ao INSS e outros órgãos, mas sem sucesso. Rosely afirmou que diversos professores trabalharam 40 horas semanais porque necessitavam complementar a renda, já que os salários da categoria nunca corresponderam ao que consideravam justo. Segundo ela, os professores sempre estiveram presentes nas escolas, trabalhando inclusive em sábados, festas e atividades extras, sem se recusarem a contribuir com a educação do município. Relatou ainda que o município de Francisco Beltrão foi identificado como o único entre milhares de municípios brasileiros a não cumprir corretamente a legislação relacionada às contribuições previdenciárias dos professores naquele período. Disse que procurou diversos órgãos, como Ministério Público, Tribunal de Contas, MEC e INSS, mas não encontrou solução. A professora pediu que os vereadores fiscalizem os pagamentos dos precatórios e auxiliem na busca de uma solução digna para os trabalhadores da educação. Declarou que o valor ajudaria muitos aposentados a custear medicamentos, melhorar a qualidade de vida e garantir maior tranquilidade financeira. Durante sua fala, também destacou o amor pela profissão, mencionando o trabalho atual com alunos africanos e afirmando que o professor aprende diariamente na prática, inclusive sem preparo específico para determinadas situações. Disse que muitos colegas pensaram em desistir da profissão, mas permaneceram por compromisso com a educação. <strong>Rosely</strong> concluiu afirmando que espera que a atual administração não repita erros cometidos por gestões anteriores e reforçou que os professores apenas reivindicam direitos que lhes foram negados ao longo dos anos. Após as manifestações dos representantes do sindicato, diversos vereadores fizeram uso da palavra para comentar o tema, manifestando preocupação com a situação dos precatórios, cobrando planejamento do Executivo Municipal e declarando apoio aos professores e demais servidores afetados.</p>
10. OCORRÊNCIAS DA SESSÃO